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por G1

O indígena Robson Ramos, de 23 anos, é um dos candidatos que pretende ingressar no curso de enfermagem. Caso seja aprovado, ele diz que a meta é atuar em comunidades depois de formado. “É a segunda vez que faço o vestibular para enfermagem. Espero passar, pois é uma área que dá para ajudar bastante as comunidade indígenas. Estou ansioso pela prova”, o candidato pouco antes de entrar para fazer o exame. Nesta edição a instituição oferta 792 vagas, distribuídas entre os 37 cursos de graduação.

Os portões nos locais de provas foram fechados às 8h (10h de Brasília). São aplicadas provas na modalidade integral e Processo Seletivo Seriado (PSS), etapas I, II e III. A prova integral e a 3ª etapa do PSS será realizada até às 13h, enquanto as 1ª e 2ª etapas do PSS ocorre até às 11h. A avaliação será composta de questões objetivas mais a redação.

A candidata ao curso de medicina Indira Lorraine, de 22 anos, também disse que é a segunda vez que tentar ingressar na UFRR. Apesar de ter estudado somente em casa, ela se disse preparada para enfrentar a prova do curso mais concorrido da instituição. “Deveria ter estudado mais, mas estou confiante e calma. Espero conseguir uma boa nota”, afirmou. Segundo a UFRR, o curso de medicina  é o mais concorrido do vestibular 2017.1. Ao todo, são 65,7 concorrentes para cada uma das 64 vagas.

Em seguida estão os cursos de direito, com 44,5 inscritos por vaga, seguido de medicina veterinária, com 28,6 candidatos para cada vaga, enfermagem e engenharia civil. ‘Energia que aprova’ Um grupo de funcionários de um cursinho preparatório entregou água com ‘energia que aprova’ aos candidatos ao vestibular da UFRR. A ideia, conforme Nathália Caroline, uma das representantes do cursinho, é dar apoio, energia positiva e tranquilidade aos alunos. O grupo se dividiu entre os vários locais onde as provas são aplicadas na capital. “Eles chegam muito ansiosos pela prova e nossa é ideia é motivá-los. Entregamos a água, e sempre falamos alguma coisa de incentivo, pois sabemos que um momento importante na vida deles”, disse.

Fonte: http://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2016/11/ansioso-diz-indigena-que-pretende-cursar-enfermagem-na-ufrr.html